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Entenda como funciona um projeto Green Belt

por Marcelo Petenate
publicado em | atualizado em

Em um processo seletivo onde a certificação Green Belt é um dos pré-requisitos, ou até mesmo um diferencial para você sair a frente de seus concorrentes, você deverá apresentar seu certificado.  Nesse momento o reconhecimento desta entidade será de suma importância para o destaque do seu currículo.

Dando sequência à nossa série de posts, hoje iremos explicar como funcionam os projetos Green Belt. 

eBook: Como fazer análise de dados

A análise de dados tem sido uma habilidade cada vez mais requisitada no mercado de trabalho. A quantidade de dados disponíveis é enorme, mas poucas pessoas conseguem transformá-los em insights para decisões de negócios.





Capa eBook: Como fazer análise de dados

Inicialmente é formada uma equipe de trabalho. Geralmente o Green Belt lidera uma equipe com 3-4 pessoas e é orientado por um Black Belt, uma pessoa que detém grande conhecimento e experiência em projetos de melhoria. A primeira tarefa desta equipe é preencher um contrato de melhoria, onde é definido. o escopo de trabalho (objetivo, indicadores e metas).

A segunda tarefa é coletar dados desse indicador para medir a situação atual. Com essa informação em mãos a equipe parte para a análise da causa raiz, utilizando-se muitas vezes de dados coletados para diagnóstica com precisão qual o problema enfrentado.

Com esse diagnóstico a equipe elaborado uma lista de mudanças que deverá ser testada e validada na prática. Com essas informações em mãos é chegado o momento da implementação e celebração dos resultados. Essas etapas podem ser resumidas em:

1 DEFINE: Defina o problema

2 MEASURE: Meça a situação atual

3 ANALYSE: Encontre a causa raiz

4 IMPROVE: Desenvolva e teste mudanças

5 CONTROL: Implemente as mudanças

É importante que em todos os passos essa equipe utilize dados e informações concretas para validar suas teorias, o que acaba por garantir o resultado almejado

O Seis Sigma ou Six Sigma (em inglês) pode ser definido como um conjunto de práticas desenvolvidas para maximizar o desempenho dos processos dentro da empresa, eliminando os seus defeitos e as não conformidades de acordo com as especificações de fábrica.

Esta ferramenta foi desenvolvida em meados de 1987, por Bill Smith na Motorola. Posteriormente, em 1995, ganhou força com a utilização de seus métodos por Jack Welch, na GE. Tornando-se popular entre empresas de todo mundo devido à sua eficiência e eficácia. É considerado um dos principais temas da Qualidade Total.

O Seis Sigma pode ser definido, também, como uma estratégia gerencial planejada, com foco nos resultados de qualidade e financeiros, com o objetivo de promover mudanças significativas nas organizações, buscando sempre melhorias nos processos, produtos e serviços oferecidos aos clientes. Podemos dizer que o foco principal do Seis Sigma é a satisfação dos clientes, através da redução de defeitos nos processos e o ótimo desempenho da empresa.

Muitas pessoas acham que o Seis Sigma é apenas uma ferramenta para a empresa estar em dia com as normas e requisitos de qualidade. Porém, ele vai muito além disso. Segundo Jack Welch, “o grande engano é supor que o Seis Sigma trate de controle de qualidade e de fórmulas estatísticas. Em parte é isso, mas não fica só nisso. Vai muitíssimo além. Em última instância, impulsiona a melhoria da liderança, ao fornecer instrumentos para que se raciocine sobre assuntos difíceis. No âmago do Seis Sigma, agita-se uma idéia capaz de virar uma empresa pelo avesso, deslocando o foco da organização para fora de si própria e convergindo-o no cliente.”

Como funciona o Seis Sigma?

O termo Seis Sigma se origina do “Sigma”, símbolo que em qualidade significa uma medida de variabilidade utilizada para indicar quanto dos dados apresentados se inserem nos requisitos dos clientes. Quanto maior for este sigma, melhores serão os produtos ou serviços produzidos. Ou sob outra ótica, menores serão os defeitos apresentados por estes produtos e serviços.

Metodologias do Six Sigma

O Seis Sigma segue duas metodologias principais, compostas de cinco fases cada uma. Ambas foram inspiradas no ciclo PDCA. São elas:

DMADV

Utilizada em projetos focados em criar novos desenhos de produtos, serviços e processos:

Define goals: definição de objetivos que sejam consistentes com as demandas dos clientes e com a estratégia da empresa;

Measure and identify: mensurar e identificar características que são criticas para a qualidade, capacidades do produto, capacidade do processo de produção e riscos;

Analyze: analisar para desenvolver e projetar alternativas, criando um desenho de alto nível e avaliar as capacidades para selecionar o melhor projeto;

Design details: desenhar detalhes, otimizar o projeto e planejar a verificação do desenho. Esta fase se torna uma das mais longas pelo fato de necessitar muitos testes;

Verify the design: verificar o projeto, executar pilotos do processo, implementar o processo de produção e entregar ao proprietário do processo.

DMAIC

Utilizada em projetos focados em melhorar produtos, serviços e processos de negócios já existentes. Também é conhecida como DFSS (“Design For Six Sigma”):

Define the problem: definição do problema a partir de opiniões de consumidores e objetivos do projeto;

Measure key aspects: mensurar os principais aspectos do processo atual e coletar dados importantes;

Analyse the data: analisar os dados para investigar relações de causa e efeito. Certificando que todos os fatores foram considerados, determinar quais são as relações. Dentro da investigação, procurar a causa principal dos defeitos;

Improve the process: melhorar e otimizar o processo baseada na análise dos dados usando técnicas como desenho de experimentos, poka-yoke ou prova de erros, e padronizar o trabalho para criar um novo estado de processo. Executar pilotos do processo para estabelecer capacidades;

Control: controlar o futuro estado de processo para se assegurar que quaisquer desvios do objetivo sejam corrigidos antes que se tornem em defeitos. Implementar sistemas de controle como um controle estatístico de processo ou quadro de produções, e continuamente monitorar os processos.

Benefícios do Six Sigma

Existem diversos benefícios para as empresas que adotam o Six Sigma, sejam eles na produção ou nas equipes de trabalho com um todo. São eles:

Redução dos custos organizacionais;

Aumento significativo da qualidade e produtividade de produtos e serviços;

Acréscimo e retenção de clientes;

Eliminação de atividades que não agregam valor;

Maior envolvimento das equipes de trabalho;

Mudança cultural benéfica;

Diminuição da variação dos processos.

Porém, para atingir os objetivos do programa e colher os benefícios da implementação, é preciso que a empresa saiba exatamente como planejar e implementar o Six Sigma. É importante, também, que os funcionários sejam devidamente treinados para receber o Seis Sigma na empresa.

E você, já conhecia esta metodologia Seis Sigma? Tem alguma informação para acrescentar? Deixe seu comentário  no formulário abaixo, participe, comente!


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