Por que as empresas não são criativas?

Como ter mais criatividade?

empresas não são criativas

Empresas não são criativas – Por que as empresas não são criativas? Esta é uma das dúvidas que assolam os gestores. Todos sabem que é preciso estimular a criatividade nas organizações, pois é esta o motor da inovação. Mas como desenvolver a Criatividade? Aí começa o problema. Quando fazemos esta pergunta em nossas aulas ouvimos muitas teorias e poucas respostas convincentes e francas. Por ser uma dúvida comum a muitos, vamos esclarecê-la neste artigo.

Empresas não são criativas

Na maioria dos casos de falta de criatividade, as empresas mostravam-se impotentes para resolver situações, não tanto porque faltavam ideias imaginativas, mas porque as propostas, embora originais e sensatas, acabavam ficando no papel, inviabilizada pela miopia de quem deveria decidir a sua conversão em prática.

Nem sempre essa miopia tinha culpa, já que uma organização predisposta a fazer um milhão de vezes o mesmo carro, sempre do mesmo modo, perde, com o tempo, qualquer atitude para fazer coisas diferentes. Ainda assim, a sistemática frustração da Criatividade induz os trabalhadores – sobretudo os intelectuais – a baixar sua taxa de criação, a não investir energias na produção de ideias que certamente serão barradas pelos chefes, habituados a considerar a inteligência dos colaboradores mais como uma perigosa divagação do que como um recurso precioso. De Masi em seu livro sobre criatividade fala que na China, durante a dinastia Ming, havia uma lei que impunha a morte a um filho que superasse o pai em qualquer coisa. De fato, quantos gestores de empresa reconstruíram essa lei discriminando os funcionários mais inteligentes? A tendência de reprimir a imaginação e a fantasia antes mesmo que possam produzir ideias originais parece sempre gerada pela mesma matriz organizadora. Esta põe em curto-circuito a propensão a criar e a tenacidade em levar a termo as soluções idealizadas.

Dom mágico e raro

De Masi também afirma que a criatividade, ao contrário da exequibilidade, muito estudada nos últimos séculos, a partir de Smith, foi deixada na sombra. A criatividade, nos últimos tempos, foi atribuída e reservada somente à cúpula empresarial, embora não podia deixar de ser considerado um dom mágico e raro da natureza a permanecer em mistério e não ser capaz de se reproduzir.

Assim, temos que o grande mal da criatividade está na falta de conhecimento que temos sobre a mesma. E como somos humanos, tememos o desconhecido. Para sermos mais criativos precisamos aprender mais sobre o assunto. Conhecer os métodos é um bom começo.

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Bibliografia: Criatividade e Grupos Criativos (Fantasia e Concretude) – Domenico De Masi

1 responder
  1. Alex Pedroso
    Alex Pedroso says:

    Este artigo relata exatamente a realidade das empresas, porém ainda existem empresas que buscam a liberdade como, por exemplo a empresa na qual estou inserido hoje. Temos hoje o tempo para analisar e planejar uma ideia e depois de concluído ainda podemos discutir com um time que irá colocar os pontos positivos e negativos da ideia. O único problema hoje e que temos que trazer reduções de custos e o maior critério de avanço da ideia depende diretamente da redução que ela irá trazer para empresa.

    Responder

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