Avanços tecnológicos na medicina: quais são as principais novidades?

Inovações tecnológicas sempre representam um avanço para a vida das pessoas. Você consegue se lembrar de como era a sua vida antes dos smartphones, por exemplo? Elas também são eficazes para o desenvolvimento de qualquer área de atuação. E isso se aplica também à saúde. Afinal, é inegável que os avanços tecnológicos na medicina existem e vêm ajudando a salvar a vida de muita gente.

Algumas doenças tiveram sua cura descoberta (ou ao menos tratamentos menos invasivos e mais eficazes), procedimentos se tornaram mais simples, precisos e rápidos e a qualidade de vida dos pacientes melhorou muito. E tende a melhorar ainda mais.

Mas você sabe quais são as principais novas tecnologias aplicadas à medicina? Conhece os aparelhos e softwares de última geração que chegaram para revolucionar esse mercado? Para ajudá-lo, listamos abaixo algumas das novas tecnologias aplicadas à medicina e explicamos como elas são capazes de mudar a vida das pessoas. Acompanhe!

Órgãos artificiais

Segundo o jornal estadunidense MedGadget, os órgãos artificiais devem se tornar populares até 2021. Esses órgãos seriam capazes de substituir as funções dos originais do corpo humano, quando eles entram em falência.

Isso representaria uma diminuição nas filas para transplantes, já que até mesmo um coração artificial está sendo desenvolvido. A ideia é que menos pessoas morram à espera da chegada de um órgão. Tudo se torna mais fácil quando ele pode ser produzido em laboratório.

Além do coração, o pâncreas artificial, já aprovado pela FDA (US Food and Drug Administration — órgão que cuida de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos), pode representar uma possibilidade de cura para a diabete.

Internet da saúde

As lojas de aplicativos para smartphones de hoje em dia têm de tudo. São programas que nos ajudam a se comunicar com pessoas, independentemente de que Estado ou país elas estejam, auxiliam na localização de ofertas de supermercado e permitem que possamos vender objetos usados.

Quando se fala em saúde, não é diferente: já existem aplicativos que contam nossos passos, medem a frequência cardíaca e monitoram as contrações na hora do parto. Sendo assim, o paciente consegue se monitorar por si mesmo e só vai ao médico quando encontra alguma anormalidade.

É dessa forma que os diagnósticos tendem a ser mais simples e eficazes no futuro. A consulta médica adquire caráter mais orientativo e o encaminhamento ao tratamento correto ocorre de forma mais natural.

Edição de genes

Trata-se de uma cirurgia, que pode ser feita diretamente em um gene, a fim de modificar a sequência do DNA no interior do cromossomo. Dessa forma, seria fácil alterar condições que levam o paciente a desenvolver doenças como fibrose cística e até mesmo eliminar o vírus HIV.

O governo dos Estados Unidos já aprovou a realização do primeiro teste da técnica em humanos. Ela será utilizada em um tratamento de câncer, possibilitando, assim, a descoberta de um possível efeito na imunoterapia.

Telemedicina

A cada dia mais, é possível desempenhar atividades que não necessitem de presença física. As pessoas trabalham de casa através da internet e fazem videoconferências com parentes e amigos que estão no exterior, por exemplo.

Com os avanços tecnológicos na medicina, essa possibilidade de interação à distância torna possível a conexão entre médicos e pacientes sem que eles necessariamente estejam no mesmo espaço físico. Além disso, a Telemedicina é responsável pela emissão de laudos de exames médicos à distância.

Diagnósticos portáteis

Você já reparou como hoje em dia já é possível fazer pelo seu celular praticamente tudo o que você fazia pelo computador? Você lê e envia e-mails, edita imagens e armazena documentos.

E essa tecnologia também já chegou para a medicina: os diagnósticos médicos estão migrando para dispositivos portáteis, que permitem a constatação de diversos problemas e doenças, independentemente de onde o paciente esteja.

E é dessa forma que os smartphones se tornam, aos poucos, importantes ferramentas para a medicina. A tendência é que ele se torne, cada vez mais, um grande aliado na hora de monitorar, dar dicas e diagnósticos.

Softwares de gestão

A rotina administrativa de hospitais e clínicas é sempre muito cheia. Imagine cuidar de finanças, administração de pessoal e ainda gerenciar toda a parte ligada a diagnósticos e tratamentos.

Pensando nisso, foram desenvolvidos softwares de gestão hospitalar, que são criados especialmente pensando nos diversos setores de um estabelecimento médico. Por meio dele, é possível armazenar as informações em bancos de dados seguros, que poderão ser consultados mais tarde. É assim que surgem os prontuários eletrônicos.

Além disso, é possível reduzir os custos, visto que o controle de estoque e o uso de materiais passarão a ser monitorados com precisão. As métricas indicarão as taxas de erro e quais os processos que não estão proporcionando o resultado esperado, fazendo com que melhorias possam ser propostas e implementadas.

Por fim, o software de gestão hospitalar permite automatizar alguns recursos. As agendas, por exemplo, passam a funcionar online, de forma que os pacientes consigam marcar diretamente pelo sistema, com direito a atualização de dados em tempo real.

Stents bioabsorvíveis

Problemas cardíacos são sempre uma grande preocupação para médicos e pacientes. Algumas pessoas que possuem obstruções em veias do coração não necessitam da implantação de pontes de safena e/ou mamárias.

Quando em grau menos elevado, o problema pode ser tratado por meio de uma angioplastia, ou inserção de stents para “alargar” as veias. E essas pequenas peças, inseridas no organismo, ficam por ali pelo resto da vida do paciente.

Mas você já imaginou se eles pudessem simplesmente desaparecer após ter cumprido seu papel? Isso já é possível: os stents bioabsorvíveis são produzidos de um material que, após algum tempo, é absorvido pelo organismo. Trata-se de uma alternativa aos implantes metálicos.

E já existem até especulações acerca desse material quanto a redução da dor no peito dos pacientes. Isso ocorreria porque os dispositivos “artificiais” inseridos no organismo deixariam de existir, tornando-se parte do próprio corpo do paciente.

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1 responder
  1. zoraide maria romanholi de oliveira
    zoraide maria romanholi de oliveira says:

    Tudo isso me encanta que bom esses avanços para os futuros Humanos. Obrigada por vcs existirem verdadeiros HUMANOS !

    Responder

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