Teste de Hipótese

Teste de Hipótese: conceitos e usos!

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O teste de hipótese é uma ferramenta que pode ajudar o gestor a tomar decisões de maneira mais assertiva.

Seu modelo estatístico usa comparações lógicas para entender qual caminho trará melhores resultados no fim do dia.

Para isso, utiliza uma amostragem aleatória que será testada de acordo com a hipótese levantada.

Quer saber mais? Continue lendo o artigo abaixo para tirar todas as suas dúvidas sobre esse conceito e seus usos.

O que é o Teste de hipótese?

O teste de hipótese é um modelo utilizado para verificar a ocorrência ou não de um evento dentro de uma amostragem aleatória.

Seus resultados são baseados na análise de variáveis independentes para entender se existe ou não correlação entre os fatos.

Na prática, o método seleciona indivíduos de uma população para testar a veracidade de uma afirmação ou parâmetro a respeito daquele grupo populacional.

A aleatoriedade existe para que não haja uma escolha seletiva por parte dos testadores de forma a propositalmente confirmar ou negar a hipótese.

É importante dizer que esse teste não é uma simples comparação matemática de dois ou mais valores.

A intenção aqui é entender se o valor obtido na análise representa uma variação dentro da população ou se essa é a regra para todos os casos observados.

Onde surgiu?

O conceito de teste de hipótese foi inaugurado pelos matemáticos estatísticos Jerzy Neyman e Egon Sharpe Pearson.

O assunto foi abordado pela primeira vez no artigo “On the Problem of the Most Efficient Tests of Statistical Hypotheses”, onde os cientistas apresentaram-no como uma solução mais simples a proposta do p-valor de Fisher.

O ano era 1933 e o mundo acabara de sair de uma das maiores guerras de toda a história moderna.

No Reino Unido, Pearson e Neyman se juntavam ao time de pesquisadores que pelo mundo todo simultaneamente criavam novos caminhos para utilizar a estatística em favor da recuperação econômica.

A intenção aqui era ter um modelo estatístico mais simples que pudesse ajudar a determinar comportamentos sem que fosse necessária uma interferência indutiva por parte do pesquisador.

De início, o conceito foi considerado como abstrato por seus pares mas, aos poucos, os estudos do tema se desenvolveram e a teoria foi refinada nas décadas seguintes.

Conceitos importantes na aplicação do Teste de Hipótese

Antes de iniciar sua aplicação de um teste de hipótese, existem alguns conceitos importantes que precisam ser compreendidos.

Pensemos juntos no exemplo de uma pequena rede de mercados que gostaria de medir o tempo de espera dos caixas de duas unidades diferentes para comprovar se existe diferença significativa nos valores.

Aqui temos uma hipótese nula (H0) – onde a espera é equivalente nas duas unidades – e uma hipótese alternativa (Ha), onde existe diferença no tempo da loja 1 para a loja 2.

No resultado, uma das hipóteses estará correta e ao aceitar ou rejeitar os resultados estaremos desencadeando decisões corretas ou erros.

O único jeito de tomar a decisão correta nessa encruzilhada é considerando o elemento p-valor.

Conhecido também como probabilidade de significância ou nível descritivo, essa variável considera a probabilidade de a estatística do teste ter produzido resultados iguais ou mais extremos do que aqueles observados na população.

Quais os usos do teste de hipótese?

Até aqui falamos bastante sobre o conceito do teste de hipótese, sua origem e definições.

Mas, você pode estar se perguntando como vai fazer o uso desse modelo estatístico na prática.

O teste de tipo t para 1, por exemplo, é utilizado para compreender se a amostra difere significativamente de um valor padrão.

Podemos pensar na resistência de uma corda de exercícios dentro do controle de qualidade: será que o material fabricado aguenta a mesma quantidade de quilos recomendada pelos órgãos reguladores?

Ainda, pode ser que não exista um valor padrão mas você queira testar a eficiência de dois fornecedores de bobinas para impressora, por exemplo.

Com o teste tipo t para 2, é possível calcular se existe diferença grande entre as duas marcas e qual vale mais a pena o investimento.

Esses são apenas dois exemplos de uso do teste de hipótese – outras opções incluem ainda:

  • Teste de hipótese ANOVA;
  • Teste de hipótese para 1 proporção;
  • Teste de hipótese para 2 proporções.

Exemplos

Durante esse artigo, oferecemos algumas ilustrações de como o teste de hipótese pode se utilizado para otimizar as operações do dia a dia – mas suas aplicações são inúmeras.

De volta ao exemplo do mercado, pode ser que exista uma impressão não verificada de que a loja 1 gasta mais sacolas plásticas do que a loja 2.

Para tirar a prova, o gestor pode aplicar um teste para entender se os gastos com o insumo são significativamente discrepantes.

Como exercício, podemos supor que o resultado indicou que a hipótese estava correta e o gestor decide então aceitar os resultados.

A partir disso, surge uma nova hipótese de que os gastos acontecem assim porque o ticket médio da loja 1 é menor, o que acarreta em mais compras de menor valor e mais oportunidades para distribuir sacolas.

Novamente, você pode testar isso dentro do modelo estatístico para melhor compreender a questão.

Conclusão

Quem é gestor sabe bem que grande parte do trabalho da administração está em tomar as decisões certas na hora certa.

Então, nada melhor do que utilizar a estatística para testar suas hipóteses e escolher de maneira mais assertiva sempre que possível.

Para ler mais dicas de ferramentas importantes sobre gestão, confira os outros posts em nosso blog.

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