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Big Data: aprenda tudo sobre este sistema!

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Antes de iniciarmos nossas explicações sobre o que é big data e qual a sua utilidade, lhe convidamos a voltar alguns anos e lembrar que muitos benefícios que as empresas utilizam hoje, há algum tempo, não eram nem mesmo sonhados em serem aplicados.

Isso porque a tecnologia e suas inúmeras possibilidades ainda estavam fora do campo de visão e alcance da população e mesmo das grandes companhias.

No entanto, a partir de novos estudos e pesquisas, como o lean e as áreas que essa teoria pode fomentar e o conjunto de dados estruturados e não estruturados, conhecido por big data – que ocupa uma das primeiras posições entre as tendências tecnológicas – foi possível inovar e chegar na aplicação de big data e inteligência analítica.

Para isso, os gestores e seus colaboradores encontraram novas alternativas para utilizar todas as informações registradas em prol da empresa.

Mas, como é possível aproveitar esse cruzamento de informações para melhorar os resultados do seu negócio?

O primeiro passo, com certeza, é aprender o que é big data e para que serve essa incrível ferramenta de coleta de dados.

E a boa notícia é que você começou a leitura do artigo certo, pois basta acompanhar o restante das explicações para conhecer tudo você que precisa sobre o sistema big data. Venha com a gente!

Histórico do Big Data

Histórico do Big Data

Assim como todos os processos e técnicas de vendas já utilizadas nas empresas, como já até compartilhamos no texto sobre os indicadores de vendas, aplicar os dados armazenados pelo processo sugerido pelo big data de maneira inteligente, prática e eficaz, não aconteceu da noite para o dia.

Para compreender mais um pouco sobre o histórico do big data, podemos entrar em uma espécie de túnel do tempo e lembrar como os livros ilustram as inúmeras vezes em que essa atividade de anotar dados e utilizá los a seu favor era praticada por nossos ancestrais.

Desde os relatos na Biblioteca de Alexandria aos conhecimentos observados pelo demógrafo Jonh Graunt e a fixação do termo “inteligência de negócios”, que foi compartilhado por Richard Millar Devens, muita água rolou.

Afinal, entre a adaptação que, segundo consta, começou ainda entre as décadas de 60 e 70, quando especialistas citaram a existência do serviço de dados e o aprendizado e domínio do conceito big data, muitas pesquisas, cursos, leitura e produção de artigos foram necessários.

Como fica nítido perceber, o passar do tempo e a chegada da tecnologia foram aspectos cruciais para possibilitar a melhor interpretação e utilização dos dados armazenados.

Foi então que aquele primeiro experimento de cartões perfurados, desenvolvidos por Herman Hollerith, entrou para a história e inspirou ainda mais avanços.

É possível perceber, então, que muitas diferenças existem entre os primeiros data centers e os dados armazenados e utilizados pelas redes sociais, como o Facebook.

Também é notável a utilização do big data na forma de funcionamento dos mapas e trajetos indicados pelos aplicativos de localização, como o GPS e, obviamente, a computação em nuvem, que pode ser considerada a última evolução até o momento e uma ótima solução para o gerenciamento de crises.

Para que serve o Big Data?

Para que serve o Big Data?

Mas espere aí! Enquanto muito se fala sobre o conjunto de dados e a análise desses indicadores big data, a explicação didática sobre os insights e as tomadas de decisões assertivas que o conceito big data oferece também deve ser debatida, concorda?

Então, a melhor maneira de ressaltar essa questão é informar que esse recurso e suas sugestões – o big data – está muito mais presente em nosso cotidiano do que podemos imaginar. Ele aparece desde o momento em que abrimos os nossos olhos pela manhã até o fechar dos mesmos ao anoitecer.

Parece difícil enxergar esse cenário? Para facilitar, basta lembrar a frequência com a qual você e/ou as pessoas que conhece recorrem aos aplicativos de mapas no seu cotidiano.

Ou, então, reparar os diversos anúncios que recebe enquanto navega pelas suas redes sociais, as propostas oferecidas pelos bancos em que possui contas e as ações divulgadas pelos governantes…

Sim! Talvez você não tenha pensando nessa alternativa ainda, mas nada, nada, nada mesmo, chega até os seus olhos por mero acaso, e os exemplos big data acima estão presentes no dia a dia de todas as pessoas.

E por mais estranho que pareça, vale sempre lembrar que todas as informações que você recebe no dia a dia e parecem aleatórias, chegam até o seu campo de visão, audição, tato ou qualquer outro sentido, devido ao big data que, em suma, trabalha sempre para identificar corretamente os seus desejos, sonhos e preferências.

Como funciona o Big Data?

Como funciona o Big Data?

Registrar, observar e armazenar informações para logo após, utilizar a seu favor, é uma técnica antiga e, segundos os especialistas, a mais eficaz para atingir bons resultados e produzir exatamente aquilo que é a demanda das pessoas.

E por isso que os mais atentos aos benefícios que o uso da internet pode proporcionar aos mais diversos setores e negócios, realizaram vários estudos sobre como utilizar o big data.

Dessa forma, pesquisadores capacitados criaram e divulgaram a teoria big data, que age a fim de analisar e estruturar ações conforme o comportamento identificado a partir dos dados coletados do usuário.

Assim, todo esse processo big data busca propagar os benefícios que essa coleta de dados e sua análise podem proporcionar para os mais diversos segmentos (empresas, governos e políticos).

Para que tudo isso seja possível e novas formas de trabalho sejam criadas, o conceito big data traz os seguintes termos como pilares da sua aplicação: volume, velocidade, veracidade, variedade e valor.

Dessa forma, é possível produzir exatamente o que a população quer comprar, aumentando o lucro da sua empresa.

Portanto, são os indicadores coletados seguindo esses termos que definem os caminhos que serão indicados pelo big data, ou seja, tudo o que esse método sugerir será com base nos dados que foram capturados pelas vertentes citadas acima e explicadas abaixo. Acompanhe!

Volume

Suponhamos que a empresa em questão deseja aproveitar a aplicação big data para conhecer os gostos musicais de um usuário. Nesse caso, para que erros não sejam cometidos, um dos pilares mais importantes é o volume de dados capturados.

Esse termo, que é sim crucial para o sucesso de uma análise segundo a fórmula big data, refere-se exatamente ao que o seu nome diz: quantidade de dados capturados a partir das fontes e meios disponibilizados, como o acesso às redes sociais e pesquisas em sites musicais.

Velocidade

Quando os dados já foram coletados pelo sistema big data, a próxima etapa é definir a rapidez com que serão transmitidos e tratados, ou seja, a agilidade no processamento dessas informações. Essa análise é o que traduz o termo velocidade big data.

Portanto, velocidade refere-se ao tempo exigido para que os dados sejam devidamente processados.

Dica importante: uma estratégia fundamental para essa etapa é otimizar ao máximo esse tempo, pois essa é a alternativa mais indicada para que as tomadas de decisões sejam assertivas e realizadas em tempo real, algo fundamental no mundo em que tudo é instantâneo.

Variedade

Diante de um universo no qual os dados chegam por todos os cantos, é claro que existe uma variação significativa de formatos, concorda?

Pois é exatamente disso que se trata essa dimensão chamada variedade, ou seja, ela representa a forma com que os dados chegam.

Essa variedade pode ser por meio de indicadores estruturados, como os numéricos e mais conhecidos, ou também os não estruturados, que englobam desde vídeos, textos e gravações de áudios até operações financeiras e cotações na Bolsa de Valores, por exemplo.

Como você pode imaginar, nessa etapa sobre a fonte dos dados armazenados, quanto mais itens, mais complexo fica o processamento, mas, ao mesmo tempo, mais insights relevantes podem ser capturados.

Veracidade

É certo que de nada adiantaria receber muitos dados, caso a clareza e a origem dos mesmos fossem questões questionáveis e duvidosas, concorda?

Para eliminar essa possibilidade de confusão no momento de processar os dados, muitas empresas também adotam essa dimensão como uma das mais importantes e indispensáveis, pois quando corretamente aplicada, a veracidade tem o poder de pesquisar o quanto determinada informação é verdadeira, ou seja, a procedência do dado em questão.

Valor

Após cumprir todas as etapas acima, o big data sugere ainda mais uma dimensão para ser analisada: o valor.

Nesse ponto, tudo o que esse conceito espera encontrar é a real necessidade de repassar aquela informação para frente, ou seja, valor é o estágio no qual avalia-se a urgência de repassar as informações coletadas somente para as pessoas que possam estar interessadas.

Isso, consequentemente, elimina o trabalho de enviar informações para pessoas que não estejam dispostas a usar daquele meio.

Quais os tipos de dados?

Quais os tipos de dados?

Agora que você já percebeu que há dados por todos os lados e em um número muito além do que você poderia imaginar, precisa descobrir quais os tipos de dados solicitados pelo big data, que são: social data, enterprise data e personal data.

Não faz ideia do que esses termos significam, não é mesmo? Mas não é preciso se desesperar, pois o nosso objetivo com esse texto é explicar tudo o que você precisa saber sobre big data.

Então, é claro que pesquisamos esses formatos de dados e listamos de modo especial para você acompanhar na leitura agora:

Social data

Esse tipo de dado usado via sistema big data nada mais é que o conjunto de informações com origem nos perfis individuais das pessoas e também na análise dos conteúdos publicados, compartilhados e curtidos.

Por exemplo, posts em redes sociais que demonstram e decifram o comportamento de cada indivíduo.

Com base nesse perfil desenhado pelos dados que ficam nessa dimensão é possível traçar um caminho mais certo para atingir determinado usuário.

Enterprise data

Você consegue imaginar quantos dados podem ser avaliados em uma empresa pequena? E em uma instituição maior, como uma unidade de saúde referência da região onde está localizada?

O número é imenso, afinal, os processos são contínuos e o trabalho não para, sendo assim, os dados são enviados a todo momento, seja pelo setor de recursos humanos, operações, comunicação, financeiro ou qualquer outro.

E é claro que analisar esses dados e separá-los em enterprise data para uma observação mais atenta é o segredo para medir corretamente a produção de cada colaborador e também identificar possíveis falhas e melhorias a serem feitas.

Personal data

Ao contrário do que acontecia há alguns anos, o contato diário com aparelhos conectados a internet acontece 24 horas por dia e esse termo chamado personal data representa justamente essa questão: os dados que são gerados pelos objetos utilizados pelas pessoas e com acesso a internet.

E nesse processo existe desde geladeira, carro, celular e aparelho de televisão até o uso dos aplicativos que existem nesses itens, que também solicitam e compartilham dados o tempo todo.

Big data e inteligência analítica

Como você já percebeu, a definição de big data traz consigo a capacidade de coletar e administrar volumes significativos de dados de forma tão eficiente que nem mesmo o excesso de informações atrapalha as análises realizadas, que sempre são divulgadas prezando a privacidade e a segurança do usuário.

Ainda que esse processo demande velocidade no transmitir das informações, para que tudo seja aproveitado em tempo real, os dados big data são precisos e quando aliados ao poder da inteligência analítica, são ainda mais úteis e válidos no momento de tomadas de decisões.

Quais os benefícios do uso do big data?

Entre todas as transformações que uma indústria pode encontrar logo após aplicar big data em suas etapas de produção, existem alguns benefícios que são mais citados entre as que já escolheram essa ferramenta como a motivadora de suas ações.

Quer saber quais são e como podem impactar o seu negócio? Confira agora!

Big data permite decisões mais assertivas

Sabe aquele velho sonho de poder testar todas as alternativas imaginadas para determinado programa que chegou em um setor da sua empresa? Pois então, com a prática do big data e seguindo os seus indicadores, a possibilidade de construir e enxergar o resultado de uma ação é possível antes mesmo que ela aconteça.

Isso mesmo! Como a análise dos dados big data é muito precisa, todos os cenários que essa técnica constrói são previsões exatas e capazes tanto de alterar o caminho quanto de indicar se ele é o correto ou não.

É possível fidelizar suas vendas com o big data

Tudo o que mais importa para o faturamento de uma empresa ser positivo é aumentar o número de vendas, não é mesmo? Por isso, caso você tenha respondido que sim, saiba que não há alternativa melhor para aumentar e fidelizar essas vendas do que aplicando o conceito big data.

O motivo? Esse conceito sabe muito bem como montar estratégias de vendas e transformar possíveis leads em fiéis clientes, o que é o sonho de todo empresário!

Tudo isso é possível porque, quando bem aplicado, big data identifica os clientes que realmente possuem relação com a marca e/ou o produto comercializado. Logo, quando conhecem o item que atende suas demandas, esses novos clientes tornam-se ainda propagadores da sua marca.

Inovar – sempre, mas garanta o foco inicial

É claro que antes mesmo de abrir as portas ou publicar a página do seu negócio, a pessoa já possui um foco definido, ou seja, um objetivo que deseja alcançar com esse novo empreendimento.

No entanto, é comum vermos empresas que erram no momento de buscar alternativas para inovar e, por esse motivo, distanciam-se do foco inicial dos seus projetos – sem chance de recuperação, muitas chegam até mesmo a parar suas produções e fechar as suas portas.

Entretanto, como já foi confirmado e vivenciado por muitos, big data é o meio mais indicado para garantir uma constante inovação, encontrar meios de reduzir desperdícios e não afetar a geração dos produtos oferecidos.

Conclusão

Viu só como usar big data pode ser a salvação para no seu negócio e também a principal vantagem competitiva aí mesmo na sua localidade?

Em um momento onde a economia segue tão instável e preocupante, aprender a definição big data e como aplicar essa teoria na sua empresa é a melhor escolha!

Afinal, não podemos negar o quanto a tecnologia influencia os consumidores e quando bem aplicada, fornecer os dados e as informações mais exatas para gerenciar as mais diversas e complexas situações.

Além do mais, tudo o que os clientes modernos querem é um produto e uma empresa que entenda quais as suas reais necessidades. Ou seja, entreguem o item devidamente feito para cada um deles.

E isso só é possível ao analisar o conjunto de dados big data, seja o que traz elementos estruturados, o que fornece elementos não estruturados ou os dois.

Por fim, não é novidade para ninguém que a empresa que está sempre a frente, trabalha incansavelmente a fim de compreender os seus clientes e fidelizar os novos também.

E agora que você já sabe como aplicar e para que serve big data, está esperando o que para começar já a mudança que sempre quis e não sabia como seria possível?

Você, os seus colaboradores, sua empresa e, claro, os seus clientes, só ganharão com big data. Experimente e volte aqui para contar para a gente, vamos adorar compartilhar os ensinamentos e saber como foi a aplicação do conceito big data aí!

E caso você queira descobrir ainda mais formas para aumentar a produtividade da sua empresa, conquistar clientes e usar as ferramentas tecnológicas, como big data e lead time, a seu favor, confira os outros artigos publicados em nosso blog. Postamos sempre os conteúdos mais atualizados para que você aprenda da forma mais fácil e tenha os melhores resultados.

 

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