fmea modos de falha e seus efeitos

Curso FMEA: Capacite-se Nesse Método de Análise de Modos de Falha

Com uma metodologia voltada para análise de modos de falha, o curso FMEA tem sido cada vez mais valorizado no ambiente corporativo.

Tanto é assim que já vem aparecendo como pré-requisito para determinadas vagas de emprego.

Sua abordagem foca em capacitar o profissional para implementar processos mais precisos na gestão, voltando seus esforços para o gerenciamento de riscos.

Resumidamente, o FMEA é sobre minimizar as falhas por meio de uma análise detalhada de todas as etapas da produção, otimizando-as para promover a eficiência.

Seu método é extremamente flexível, o que faz com que possa ser facilmente aplicado nas mais diversas áreas.

Além de capacitar para a melhoria dos processos, o curso possibilita que o profissional desenvolva uma série de competências que serão úteis dentro e fora do ambiente de trabalho.

Continue lendo este artigo para saber mais sobre o Método FMEA e descobrir como se capacitar para realizar análise de modos de falha.

o que é fmea e para que serve?

O que é o Método FMEA?

O Método FMEA compõe uma série de estratégias para minimizar a ocorrência de falhas dentro de uma linha de produção.

Assim como outras técnicas e tecnologias, sua origem remonta ao período de grandes conflitos, tendo sido sistematizado para a indústria pela primeira vez em 1949, quatro anos após o fim da Segunda Guerra Mundial.

Na época, levava o nome de Procedures for Performing a Failure Mode, Effects and Criticality Analysis – algo como “procedimentos para executar modos de falha, efeitos análise crítica”.

No início, focava na verificação de falhas em equipamentos e maquinários da indústria, mas logo se expandiu para outras áreas.

Hoje, a sua aplicação é bastante ampla, englobando desde fábricas e estabelecimentos comerciais até negócios prestadores de serviço na área da saúde e de comunicação, entre outros.

A sigla FMEA significa Failure Mode and Effect Analysis – em tradução livre, análise de efeitos e de modo de falhas.

De fato, é uma metodologia que atua de forma preventiva, estudando as possíveis causas e os efeitos das erros operacionais para, a partir desse diagnóstico, otimizar os processos da empresa.

Durante as últimas seis décadas, o FMEA vem sendo aplicado com sucesso em negócios de diferentes tamanhos e segmentos.

A comprovação de sua eficácia fez com que, hoje, o curso seja pré-requisito para alguns cargos de gestão que buscam garantir a qualidade da produção.

Para que serve o FMEA?

No fim do dia, o FMEA apresenta resultados que podem ser comprovados financeiramente.

Isso porque, ao reduzir os índices de erro, a empresa combate os gastos originados em diferentes fontes de desperdício.

Isso acontece pela otimização da mão de obra que se encontrava ociosa ou perdia tempo refazendo o mesmo trabalho diversas vezes.

Também, ao garantir que os produtos e serviços estejam dentro do padrão de qualidade, eliminam-se os gastos com recalls, trocas e compensações.

Ao atingir e manter um padrão elevado, a empresa também experimenta ganhos em credibilidade junto a seu público, que passa a confiar mais no produto vendido.

Com a análise dos modos de falha e efeitos, é possível se antecipar aos erros, garantir uma mercadoria ou serviço de qualidade e, com isso, tornar o negócio mais competitivo.

Quais as Normas Regulamentam a Aplicação do FMEA?

A aplicação do FMEA é regulamentada, hoje, por algumas normas que abordam a gestão de segurança, gestão de qualidade, gestão ambiental e gestão de segurança e saúde do trabalho.

As quatro principais normas são auditadas pela Organização Internacional de Padronização (ISO), pela Norma Inglesa (BS) e pela alemã Qualität und Sicherheit GmbH (QS).

ISO 9000 e QS 9000 tratam de ações corretivas e preventivas, além de orientar para um controle do projeto por meio de uma análise crítica.

É importante dizer que a FMEA é, ela própria, uma técnica para prever e corrigir erros, sendo um dos manuais complementares da segunda seção da QS-9000, e um dos documentos obrigatórios para conseguir a aprovação de peças.

A BS 8800, por sua vez, fala mais especificamente da segurança e saúde do trabalhador, visando um planejamento para identificar e minimizar os riscos da produção, e atuando diretamente na avaliação das condições de trabalho.

Por fim, a ISO 14000 foca nos aspectos ambientais, avaliando os possíveis impactos da produção no meio ambiente e, assim, ajudando a evitar práticas prejudiciais que possam gerar multas para a empresa no futuro.

normas e regulamentos para utilização do fmeaPor que um Curso FMEA EAD?

Sabemos que nem todo mundo pode se ausentar do trabalho por longos períodos para se dedicar aos estudos.

E se você mora em uma cidade com poucas alternativas para capacitação, a perspectiva de ter de se deslocar por grandes distâncias para assistir a uma aula só complica a tarefa.

Nesse sentido, os cursos ministrados na modalidade de ensino à distância são ideais para o profissional que deseja aumentar a sua bagagem de conhecimento sem precisar abrir mão da experiência profissional.

Além da praticidade de realizar seus estudos de onde quiser, o aluno do curso FMEA EAD pode escolher o melhor horário para encaixar as aulas e avaliações conforme sua rotina.

Qual o Objetivo do Nosso Curso FMEA

Como vimos até aqui, o FMEA é uma poderosa metodologia para avaliar processos e otimizá-los a fim de reduzir as falhas durante a produção.

É uma ferramenta polivalente, capaz de auxiliar o profissional que busca redesenhar os processos atuais, melhorando o que já existe.

Também é indicada para quem precisa começar do zero, criando os fluxos de produção pela primeira vez.

Paralelo ao objetivo principal de reduzir as falhas, o curso FMEA da Escola EDTI vai te ajudar a aumentar a viabilidade dos sistemas, avaliando riscos de diferentes áreas e atribuindo critérios para calcular o que é prioridade na ordem do dia.

Ao fim, você contará com dados muito mais fiéis que vão te ajudar na análise para identificar a necessidade de mudanças com antecedência.

Ementa do Curso FMEA

O curso da EDTI é guiado pelo manual oficial FMEA, intitulado “Análise de Modo e Efeitos de Falha Potencial”.

O documento é referência obrigatória para fornecedores de grandes empresas como Ford, Chrysler e General Motors no desenvolvimento de seus FMEAs internos para processos e projetos.

Abaixo, você conhece com mais detalhes a ementa com o conteúdo que é abordado no curso.

Diagrama de Afinidades

Também denominado como Método KJ e Método LP, o Diagrama de Afinidades é uma ferramenta bastante útil para o controle de qualidade.

O objetivo principal é categorizar em grupos as ideias, opiniões e informações que apresentem semelhança entre si.

Os itens que serão categorizados devem vir de um brainstorming com a equipe, oportunidade para a qual todos são convidados a contribuir.

Diagrama de Causa e Efeito

O Diagrama de Causa e Efeito é uma metodologia usada para descobrir as causas específicas de um problema, analisando e testando hipóteses até que uma se prove verdadeira.

O método, também conhecido como Diagrama de Espinha de Peixe ou Diagrama de Ishikawa, foi criado na década de 1940 pelo japonês Kaoru Ishikawa.

Dentro da lógica proposta, ao eliminar as causas, elimina-se também o próprio problema.

Matriz de Causa e Efeito

Em sua aplicação, a matriz de Causa e Efeito traz princípios parecidos com os do Diagrama de Ishikawa.

A diferença entre uma matriz e um diagrama é que a primeira permite uma visão macro da situação, possibilitando visualizar também o processo no qual se insere a oportunidade-problema.

São levantadas todas as variáveis que possivelmente atrapalham o processo. Assim, as mais recorrentes viram foco do plano de ação.

FTA – Análise da Árvore de Falhas

FTA vem do inglês Fault Tree Analysis e é uma metodologia que busca descobrir as causas de um evento indesejado por meio de um processo lógico e dedutivo.

O método foi concebido na década de 1960, por W.A. Watson da Bell Laboratories, posteriormente aperfeiçoado dentro da Boeing.

Ao fim, o FTA foca na melhora na confiabilidade dos produtos e serviços por meio de uma análise sistemática das falhas.

Diagrama de blocos

Com o Diagrama de Blocos, você terá uma representação gráfica de um fluxo de produção para que possa fazer uma análise mais detalhada do cenário.

Ele serve para designar os diferentes processos envolvidos na resolução de uma situação-problema.

Desenvolvido no contexto da análise de sistemas, ele é bastante útil também na gestão, pois permite o registro do que é ideal e deve ser seguido na rotina de produção.

Diagrama P

Dentro do curso, você também entrará em contato com um método denominado Diagrama P.

Essa é mais uma ferramenta útil para representação gráfica dos riscos de produção, de forma a minimizar os erros e os custos.

Diretrizes gerais do FMEA conforme Handbook AIAG 5a Edição

O curso de FMEA tem sua ementa desenvolvida de acordo com a quinta edição do manual da AIAG (Automotive Industry Action Group).

No Brasil, quem traduz e edita o material é o Instituto de Qualidade Automotiva (IQA), com sanção da AIAG.

As diretrizes gerais do FMEA são o ponto de partida do curso, que apresenta todas as informações teóricas pertinentes para o tema, além de ferramentas para aplicar a metodologia nas situações do dia a dia.

Aplicação da metodologia FMEA

Apesar de ter se originado em indústrias do setor automotivo, o FMEA avançou durante as décadas.

Hoje, pode ser aplicado nos mais diversos setores de produtos e serviços.

Ele pode ser utilizado com sucesso na otimização de processos industriais e também em processos administrativos.

Além disso, é uma metodologia muito utilizada no desenvolvimento de novos produtos, já que permite desenvolver processos blindados, minimizando a ocorrência de falhas no futuro.

O mais é importante para que ele seja eficaz é que a empresa conte com um profissional capacitado na área, que seja capaz de fracionar a situação-problema para analisar cada etapa e, assim, garantir o sucesso do todo.

Tipos de FMEA (Sistema / Projeto / Processo / Interfaces)

Existem quatro principais tipos de FMEA que podem ser aplicados nas diferentes áreas de uma empresa.

O primeiro tipo é utilizado para analisar sistemas como um todo, desde o conceito até o design, buscando potenciais falhas que possam comprometer sua funcionalidade.

O FMEA de projetos foca realização de uma tarefa específica ou criação de um produto, antecipando-se às falhas que possam aparecer durante a sua execução.

Na área de processos, a metodologia trabalha no sentido de ajudar o profissional a encontrar falhas, rastrear a frequência e a fonte dessas ocorrências para, então, eliminá-las.

Por fim, o FMEA de interfaces ou de software busca otimizar sistemas informatizados para que eles atuem de forma a satisfazer as necessidades da organização da melhor maneira possível.

Prioridade de Risco: severidade, ocorrência e detecção de falhas

Durante o curso FMEA, o aluno também aprende a estabelecer critérios de prioridade dentro dos riscos verificados por sua análise.

Assim, sabe por onde começar os trabalhos e consegue montar um plano de ação estratégico.

Alternativas ao NPR

O Número de Prioridade de Riscos (NPR) é a avaliação que ajuda a classificar a gravidade de cada um dos erros detectados.

A fórmula usa dados de severidade (S), ocorrência (O) e detecção (D).

Algumas organizações vão preferir adotar um modelo que prioriza a SO, enquanto outras vão atribuir prioridades diferentes para cada fator.

No curso, você aprende quando e como usar cada fórmula.

FMEA de Projetos (DFMEA)

A Análise de Modos e Efeitos de Falha de Projetos (DFMEA) é a área que vai focar especificamente na redução de riscos de um projeto.

O DFMEA é um documento essencial, que deve estar pronto antes do início do projeto, ainda que sofra alterações conforme novas informações forem sendo verificadas.

FMEA de Processos (PFMEA)

Paralelamente, a Análise de Modos e Efeitos de Falha de Processo (PFMEA) é desenvolvida para construir ou otimizar processos recorrentes de modo que eles estejam livres de erros.

Tudo começa com a identificação dos objetivos daquele processo, que devem ser o foco durante o desenvolvimento do fluxo de produção.

Planos de Ação

Depois de coletar todos os dados necessários e fazer a análise, você precisará saber como eliminar as falhas verificadas.

O plano de ação designa tudo o que será feito na empresa para que se atinja o objetivo final de menos falhas e riscos na produção, otimizando resultados e eliminando desperdícios.

Plano de Controle

Complementar ao item anterior, o plano de controle existe como um registro documental do que deve ser o padrão de qualidade da empresa.

Durante a sua elaboração, é preciso se certificar de que os métodos atuais do PFMEA sejam compatíveis com aqueles do controle.

Correlação dos FMEAs com outras ferramentas da qualidade

É importante dizer que a FMEA é muito útil, mas não está isolada como única ferramenta possível para aferição de qualidade.

Por isso, durante o curso na EDTI, você terá um panorama de como a metodologia interage com outras existentes no mercado.

Exemplos de aplicação

Não existe nada melhor para aprender do que observar o trabalho bem-feito de quem entende do assunto.

Por isso, na capacitação, você será apresentado a alguns exemplos de sucesso da aplicação do FMEA.

Estudo de caso: o FMEA em projetos de melhoria

Ainda no mesmo sentido do item anterior, você irá participar de estudos de caso específicos que podem servir de inspiração para a sua atuação.

Quem participar do curso vai conhecer como aplicar o FMEA em projetos de melhoria com excelência.

Competências Desenvolvidas

Como dissemos, o curso de FMEA ajuda o profissional a desenvolver uma série de competências.

A começar pelo cuidado pelos detalhes, já que a metodologia fraciona as situações-problemas para otimizar cada parte de acordo com suas necessidades.

O olhar crítico também entra em ação, pois será necessário analisar processos que já são usados para avaliar o que funciona e o que precisa ser alterado.

Além de desenvolver sua atenção para questões mínimas, o FMEA também possibilita uma visão estratégica e macro, pois esclarece sobre os efeitos que os pequenos detalhes têm sobre o todo.

Quem é a Escola EDTI?

Fundada em 2009 pelos professores Ademir e Marcelo Petenate, a Escola EDTI oferece cursos voltados para as áreas de gestão e melhoria de processos.

Ademir foi também responsável, em parceria com a IBM, pela criação do mestrado profissional em qualidade da Unicamp, primeiro programa do tipo no Brasil.

Além do Curso FMEA, os alunos podem participar de formações em Lean Six Sigma.

São oferecidas certificações Green Belt e Black Belt, além do curso EAD gratuito em White Belt.

Nossos instrutores

Contamos com uma equipe de instrutores extremamente qualificada, com mestres e doutores formados pelas melhores universidades do Brasil e do mundo.

Com vasta experiência em gestão de processos, nossos professores vêm de diferentes áreas da Engenharia e da Estatística.

Validade do Certificado

Os certificados em gestão de qualidade não são auditados por uma única instituição no mundo, ainda que existam certificadoras no mercado, como a American Society for Quality (ASQ).

Apesar disso,  é extremamente importante escolher uma escola que emita um certificado, já que este é o documento que comprova que você está apto para exercer aquela atividade

O mais importante é que opte por uma instituição renomada para fazer a sua capacitação, pois é o que vai emprestar credibilidade à sua certificação.

Testemunho de quem já fez

Nada melhor para conhecer um curso do que saber a opinião de quem já viveu esta experiência.

Separamos abaixo alguns depoimentos de quem já obteve uma certificação com o apoio da Escola EDTI:

“Curso muito explicado, equipe muito atenciosa, conteúdo fantástico.”

Gabriel Felipe Braga de Ávila, Green Belt EAD.

“Superou minhas expectativas. Estou satisfeito com os investimentos”

Frederico Espinha, Black Belt Presencial.

“Excelente atendimento.”

Walter Cony Birnfeld Filho, Black Belt EAD.

“Aulas dinâmicas, conteúdo atual, imersões práticas, 100% do curso disponibilizado em videoaulas por 3 meses para revisar e aperfeiçoar o conhecimento e um canal de comunicação para tirar dúvidas.” 

Rafael Furtado, Green Belt Presencial.

“Excelente escola. Os conhecimentos de black belt me puseram em uma posição privilegiada dentro da empresa que trabalho e no mercado.”

Luis Almeida, Black Belt.

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Conclusão

O curso de FMEA apresenta o método para análise de efeito e modos de falha, e foca em identificar e prevenir erros durante o processo produtivo.

Ainda que a proposta tenha surgido junto a indústrias do setor automotivo, ela despertou o interesse e acabou implantada em diversas áreas, sendo hoje muito usada na construção e otimização de processos no ambiente corporativo.

O treinamento busca capacitar o profissional para conduzir a melhoria de processos, liderar projetos ou ainda construir o fluxo de produção ideal para novos produtos e serviços.

Na hora de escolher uma instituição de ensino para se certificar, é importante ter certeza de que você contará com instrutores capacitados em sua formação, além do suporte de quem já construiu uma boa reputação no mercado.

Com a Escola EDTI, você tem acesso ao mais completo treinamento e sai capacitado por mestres e doutores para aplicar o FMEA com excelência.

Restou alguma dúvida ou tem uma opinião sobre o assunto? Deixe um comentário abaixo ou entre em contato conosco.